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Ex-prefeito e assessor da Casa Civil do PR é investigado por lavagem de dinheiro, falsidade ideológica e sonegação fiscal

Umuarama.link, 18/05/202618/05/2026

Luiz Roberto Costa foi alvo da Operação Enigma, do Gaeco. Ele foi prefeito de Goierê, e, atualmente, ocupava um cargo comissionado no Governo do Estado, mas foi exonerado após a operação. Defesa dele não quis se manifestar.

O empresário Luiz Roberto Costa, de Goioerê, no noroeste do Paraná, foi alvo de uma operação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná. Ele está sendo investigado pelos crimes de lavagem de dinheiro, falsidade ideológica e sonegação fiscal.

Beto Costa, como é conhecido, foi prefeito da cidade nos mandatos de 2009 a 2012 e de 2013 a 2016. Atualmente, ele ocupava um cargo comissionado de assessor da Casa Civil do Governo do Estado.

Em nota, a Casa Civil informou que exonerou o servidor assim que soube da operação contra ele. A defesa de Beto foi procurada, mas não respondeu até a última atualização desta reportagem.

A Operação Enigma foi deflagrada nesta sexta-feira (15). Nela, o Gaeco cumpriu sete mandados de busca e apreensão e um de busca pessoal em Goioerê e em Balneário Camboriú, em Santa Catarina. Entre os alvos, também estavam dois escritórios de contabilidade.

Ao todo, foram apreendidos documentos, anotações, celulares e carros de luxo. A Justiça também determinou o bloqueio de bens e contas de Beto.

Durante a operação, uma pessoa foi presa por porte ilegal de arma, mas o nome dela não foi divulgado oficialmente.

Investigação

Segundo o Ministério Público, Beto está sendo investigado há pouco mais de um ano.

“As investigações apontam que os crimes teriam sido praticados por meio de pessoas jurídicas vinculadas ao investigado. Entre os elementos apurados, chamou a atenção a evolução patrimonial considerada incompatível com as fontes lícitas de renda do empresário”, informou o MP.

Durante a apuração, o MP identificou que Beto recebeu aproximadamente R$ 5,7 milhões de origens não identificadas, sendo R$ 934.762,06 em espécie. Também foram constatados saques em dinheiro e em cheques, no valor de R$ 11.980.249,33, também sem identificação de destinatários.

Fonte G1

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